Engenheiro.
Não terapeuta.

15 anos de prática. Método próprio. O que faz sentido para uma máquina faz sentido para o corpo.

Foto de Lucas Ares

Por que um engenheiro?

Background em engenharia mecânica pela PUC-MG. A transição para o trabalho corporal comeou em 2008 e o que parece uma distância é, na prática, o maior diferencial.

Quem pensa em sistemas entende sequência, causalidade e precisão. O corpo obedece às mesmas leis. Uma sessão não é um ritual vago: é uma sequência com causa e efeito. Cada elemento existe porque faz algo específico.

Isso muda a qualidade do trabalho. Não é intuicão. É precisão aplicada ao humano.

PUC-MGEngenharia Mecânica200815 anos

O que nenhum outro praticante
no Brasil combina.

01

Shibari

Contenção corporal como ferramenta somática. A corda não é performance: é o mecanismo que impede o sistema nervoso de fugir.

02

Tantra

Canalização da intensidade para liberação catártica. O prazer como portal, não como destino.

03

BDSM Somático

15 anos de leitura de estado, gestão de risco e precision kink. O que acontece no sistema nervoso durante uma dinâmica de poder é precisão, não acidente.

04

Produção Musical e DJ

Ares BR (techno e tech house). A trilha de cada sessão é criada do zero. Som não é ambientacão: é ferramenta de estado.

05

Sound Bath com Graves

Graves abaixo de 80Hz são sentidos pelo corpo antes de serem ouvidos. Aplicados durante sessão, amplificam a percepção corporal e facilitam liberação de tensão em camadas que o toque sozinho não alcança.

06

Fáscias Energéticas

Anatomia funcional do trauma corporal. As fáscias guardam tensão acumulada. Trabalhar nelas diretamente altera estados que a fala não alcana.

07

Engenharia Mecânica

Pensamento de sistemas, causalidade e sequência lógica aplicados ao corpo. O método tem arquitetura. Cada fase existe por uma razão.

Três frases. Sem jargão.

A lógica mecânica do processo — por que a ordem importa.

01

A mente para de controlar

Restrições sensoriais e de poder neutralizam o controle racional. O sistema nervoso percebe que não há para onde escapar e começa a baixar a guarda.

02

O corpo acorda

Sobrecarga controlada de tensão quebra a anestesia emocional. O que estava reprimido sobe à superfície. Não há como fugir para o mundo da imaginação.

03

Você decide

A pressão acumulada é redirecionada para liberação física e acolhimento. A experiência se integra como cura, não como novo trauma.

O caminho até aqui.

2008

Primeiro contato com BDSM e shibari

Transição do mundo da engenharia para a prática corporal. Início da formação sistemática.

2010

Incorporação do tantra

União da intensidade do BDSM com o direcionamento energético do tantra. Surgimento do método.

2014

Sound design e produção musical

Começo da integração do som como ferramenta de estado. Primeiras sessões com trilha criada ao vivo.

2018

Trabalho de fáscias

Incorporação da anatomia funcional das fáscias como complemento ao trabalho corporal.

2023

Deep Connection

Criação da vivência mais completa: shibari + trilha sob medida + sound bath em sessão individual. Único no Brasil.

2026

Temple of Ares

400+ pessoas acompanhadas. 15 anos de prática. São Paulo e Belo Horizonte.

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